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Alameda Barão de Limeira

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Bairro: Campos Elíseos

Distrito: Santa Cecília

Subprefeitura: Sé

Localização: Começa na Rua Vitória e termina na Rua Lopes de Oliveira.

História da rua

Esta rua foi aberta e entregue ao público em 1882, ocasião em que ficou conhecida como “Boulevard Barão de Limeira”. Pretendia ser uma das mais elegantes de São Paulo, até como extensão do bairro Campos Elíseos, o primeiro bairro planejado da cidade e onde residia a elite paulistana.

Vicente de Souza Queiroz, o Barão de Limeira, nasceu na cidade de São Paulo em 1813 e faleceu em Baependi (MG) em 1872. Era filho do Brigadeiro Luis Antonio (Luis Antonio de Souza Queirós) e de D. Genebra de Barros Leite. Foi casado com Francisca de Paula Souza e Melo. Na juventude foi estudar na Europa e de volta ao Brasil assumiu vários empreendimentos da família, incluindo algumas fazendas na região de Campinas. Tendo em vista sua atuação política no Partido Liberal, em 1850 foi nomeado pelo governo imperial como Presidente da Província de São Paulo, cargo este que não aceitou. Posteriormente, porém, concorreu e foi eleito vereador em São Paulo na década de 1860, tendo uma elogiada atuação num período de grande crescimento da Capital por conta do café. Por ocasião da Guerra do Paraguai (1864-1870) tomou para si vários gastos e encargos da campanha militar, fato este que foi levado em consideração por D. Pedro II quando lhe concedeu o título de Barão em 1867. Em sua chácara, no centro da cidade, permitiu a abertura de uma rua que denominou como “Riachuelo”. Após a inauguração da primeira estrada de ferro paulista em 1867, a chamada Santos-Jundiaí, destinou parte de seu capital para o prolongamento dos trilhos até Campinas, sendo o maior acionista da Cia Paulista de Estradas de Ferro, ao lado do Barão de Itapetininga.

 

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

ATO nº 1.034

1936-03-14

ATO n° 972, de 24 de agosto de 1916 - oficializa todos os logradouros constantes da Planta da cidade de São Paulo de 1916 (levantamento realizado na época pela Diretoria de Obras e Viação da Prefeitura). Ato nº 1035, de 14 de março de 1936 - oficializa a denominação. Nome declarado oficial pela Lei nº 4.371, de 17 de abril de 1953 por constar em planta de levantamento fiscal anexa a este ato. Presente na planta da cidade produzida para a prefeitura em 1954 a partir de levantamento aerofotogramétrico (REF. VASP CRUZEIRO). O Decreto nº 15.635, de 17 de janeiro de 1979 que institui a lista de denominações oficiais do município confirmou esta denominação com atualização da grafia.

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