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Alameda Gabriel Monteiro da Silva

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua Dona Hipólita, Rua A e Alameda Gabriel M. da Silva

Distrito: Jardim Paulista

Subprefeitura: Pinheiros

Localização: Começa na Avenida Rebouças e termina na Rua Hungria

História da rua

Gabriel Monteiro da Silva nasceu em Alfenas (MG) a 17/09/1900. Em 1912 chegou na cidade de São Paulo, matriculando-se no Ginásio Anglo-Brasileiro. Em 1920 matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, tendo concluído o curso em 1924. Durante os anos de 1918 a 1922, trabalhou como revisor nos jornais "Diário Alemão" e "O Estado de São Paulo". Em 1923, classificou-se em primeiro lugar num concurso público para Escriturário da Secretaria da Fazenda, sendo por isso convidado a trabalhar no Gabinete do então Diretor Geral do Tesouro. Fundado o Instituto do Café do Estado de São Paulo em 1924, foi convidado para ser Secretário do mesmo. Exerceu este cargo até 1928, quando passou a ser advogado do mesmo Instituto. Com a Revolução de 1930, por ter sido solidário aos seus amigos, foi dispensado dessa função. Membro do Conselho da Ordem dos Advogados, atuou como Tesoureiro e membro do Conselho Disciplinar da referida Instituição. Em 1941, o Interventor Fernando Costa convidava Gabriel Monteiro da Silva para o cargo de Diretor Geral do Departamento das Municipalidades, que exerceu até 1945. Em Janeiro de 1946, foi convidado pelo Presidente da República, General Eurico Gaspar Dutra, para o cargo de Secretário da Presidência da República, tomando posse do mesmo juntamente com o Presidente. Pouco antes de falecer, tinha tomado posse como Presidente da Sociedade dos Funcionários Públicos Civis da União. Pertencia ao Partido Social Democrata, sendo membro da Comissão Executiva, Secção de São Paulo. Gabriel Monteiro da Silva faleceu no dia 05/12/1946, num acidente automobilístico na antiga Estrada Rio-São Paulo. (mais dados nos Anais da Câmara Municipal de São Paulo, sessão do dia 19/05/1948, Vol. 04, pgs. 1983 a 1986.)

Esta rua foi aberta nos primeiros anos do século XX e, em 1923, ela tinha os seguintes pontos de referência: começava na Av. Rebouças e terminava na Rua Juquiá. Naquela época ela tinha a denominação de "Rua D. Hipólita", uma homenagem a Hipólita Rosa, cuja família era proprietária dos terrenos onde o logradouro foi aberto. Uma curiosidade: D. Hipólita era avó da esposa de Gabriel Monteiro da Silva. Em 1948 (Lei nº 3.721) a rua recebeu o nome de Gabriel Monteiro da Silva, época em que já se encontrava aberto o trecho da Rua Juquiá até a Av. Brig. Faria Lima. Em 1954 (Decreto nº 2.630) foi oficializado o trecho da Brig. Faria Lima até a Rua Hungria. No final da década de 1970, instalaram-se nesta rua as primeiras galerias de arte. Com a transferência de grandes escritórios para a Av. Brig. Faria Lima, a Gabriel M. da Silva recebeu as primeiras lojas de decoração para atender aqueles empresários.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 3.721

1948-12-16

Legislações: Ato 972 de 24 de agosto de 1916 - antiga rua Dona Hipolita. Decreto-Lei nº 213 de 19 de agosto de 1943 Decreto 2.630 de 08/07/1954 O Decreto 15.635, de 17 de janeiro de 1979 que institui a lista de denominações oficiais do município confirmou esta denominação com atualização da grafia.

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