Sobre o logradouro
Nome anterior: Ruas 2, 2-D e 2-E
Distrito: Perdizes
Subprefeitura: Lapa
Localização: Começa na Rua Turiassú e termina na Av. Paulo VI.
História da rua
A Sociedade Paulista de Terrenos e Construções Sumaré Ltda, que loteou o bairro do Sumaré, tinha como sócio majoritário o Sr. José Rebelo da Cunha e, também, Paulo Rodrigues Alves, Cláudio Monteiro Soares e Canuto Waldemar Ortiz. Português de origem, José Rebelo da Cunha veio do Rio de Janeiro para São Paulo e adquiriu a gleba de terra em 1924. Iniciando a abertura das ruas, os primeiros lotes começaram a ser vendidos em 1928. Foi do Sr. José Rebelo da Cunha, a sugestão para que o novo bairro e a sua principal avenida recebesse o nome de "Sumaré", uma palavra que ele sempre apreciara, foneticamente formosa e, associada à orquídea, exprimia tudo o que mais belo tinha o Brasil. Eis, portanto o significado do termo Sumaré: nome de uma orquídea rara (cyctopodium punctatum) que, popularmente, é também conhecida como rabo-de-tatú. Nome de origem tupi.
Observações históricas
sta avenida começou a ser aberta entre 1924 e 1925 pela "Sociedade Paulista de Terrenos e Construções Sumaré Ltda.", mais conhecida na época como "Sociedade Sumaré Ltda." . No dia 29 de agosto de 1929, através da Lei nº 3.375, a Prefeitura aceitou e denominou as 26 (vinte e seis) ruas e 10 (dez) praças constantes do loteamento. Para as recém abertas Ruas "2", "2-D" e "2-E", foi dada a denominação de "Av. Sumaré". Em 1947, através do Decreto-Lei nº 420, um novo trecho foi aberto em prolongamento pela mesma Sociedade Sumaré entre a Rua Pombal e a Cardoso de Almeida. Em 1953, através da Lei nº 4.346, ficou oficializada como "Av. Sumaré" toda a sua extensão desde o seu início na Rua Turiaçu e até o seu término na Rua Cardoso de Almeida. Em 1978, com a abertura da Av. Paulo VI (Decreto 15.259 de 29/08/78), a Av. Sumaré passou a ter o seu traçado atual.
Sumaré: A Sociedade Paulista de Terrenos e Construções Sumaré Ltda, que loteou o bairro do Sumaré, tinha como sócio majoritário o Sr. José Rebelo da Cunha e, também, Paulo Rodrigues Alves, Cláudio Monteiro Soares e Canuto Waldemar Ortiz. Português de origem, José Rebelo da Cunha veio do Rio de Janeiro para São Paulo e adquiriu a gleba de terra em 1924. Iniciando a abertura das ruas, os primeiros lotes começaram a ser vendidos em 1928. Foi do Sr. José Rebelo da Cunha, a sugestão para que o novo bairro e a sua principal avenida recebesse o nome de "Sumaré", uma palavra que ele sempre apreciara, foneticamente formosa e, associada à orquídea, exprimia tudo o que mais belo tinha o Brasil. Eis, portanto o significado do termo Sumaré: nome de uma orquídea rara (cyctopodium punctatum) que, popularmente, é também conhecida como rabo-de-tatú.
Nome anterior: RUAS 2, 2-D E 2-E
Nome oficializado pela Lei nº 3.375, de 29 de agosto de 1929.
Outras legislações: Decreto Lei nº 420 de 1/07/1947, Lei nº 4.346 de 27/01/1953 e Decreto nº 15.259 de 29/08/1978.
Localização no mapa
Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.
Legislação
LEI nº 3.375
1929-08-29
Decreto Lei nº 420 de 1/07/1947, Lei nº 4.346 de 27/01/1953 e Decreto nº 15.259 de 29/08/1978. Nome oficializado pela Lei nº 3.375, de 29 de agosto de 1929. Outras legislações: Decreto Lei nº 420 de 1/07/1947, Lei nº 4.346 de 27/01/1953 e Decreto nº 15.259 de 29/08/1978. Processo nº 15.135/45. Prolongamento natural de rua oficializada. Nome declarado oficial pela Lei 4.371, de 17 de abril de 1953 por constar em planta de levantamento fiscal anexa a este ato. Presente na planta da cidade produzida para a prefeitura em 1954 a partir de levantamento aerofotogramétrico (REF. VASP CRUZEIRO). O Decreto 15.635, de 17 de janeiro de 1979 que institui a lista de denominações oficiais do município confirmou esta denominação com atualização da grafia. Int: Sociedade Paulista de Terrenos e Construções Sumaré LTDA.
