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Praça Capitão Matheus de Andrade

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Praça 4

Bairro: V. Madalena

Distrito: Pinheiros

Subprefeitura: Pinheiros

Localização: Fica entre as Ruas Dona Elisa de Moraes Mendes , Filadelfo Aranha e João Batista Cardoso .

História da rua

O capitão Matheus Ferreira de Andrade, nasceu em 21 de setembro de 1875, na Capital de São Paulo. Em 19 de julho de 1896, entrou para a sociedade dos amigos de Pinheiros, em 30 de maio de 1898, recebeu o cargo de inspetor de quarteirão da 2º delegacia de polícia da Consolação. Em 17 de abril de 1899, foi nomeado inspetor policial da 43º Seção do 2º distrito. Em 25 de dezembro de 1899, foi nomeado 3º suplente de polícia do distrito de Higienópolis, 3º subdelegacia da 4º Circunscrição da Capital, onde permaneceu até 31 de março de 1900. Em 26 de maio de 1900, recebeu carta Patente de nomeação para o posto de alferes da 4º Companhia do 2º Batalhão da reserva da guarda nacional da comarca da capital do Estado de São Paulo. Em 11 de outubro de 1901, foi nomeado Capitão do 3º esquadrão do 71º regimento de cavalaria da guarda nacional. Em 20 de julho de 1903, foi nomeado para o cargo de 2º suplente da 10º Subdelegacia da 4º circunscrição de Pinheiros, em 1908 foi membro da comissão de recenceamento militar do distrito de Butantã. Em 30 de abril de 1910, exerceu o cargo de cobrador da recebedoria de rendas da Capital. Em 1914, por ocasião da primeira Guerra, organizou uma comissão executiva, presidida por Miguel Kruse. Em 1916, foi nomeado tesoureiro do comando do 6º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional. No período de 15 de setembro de 1908 a 17 de junho de 1917, foi 1º escriturário da junta de alistamento militar, prestou serviços a prefeitura de São Paulo, ocupando cargos de membro e secretário da junta de alistamento militar do Butantã. Foi sócio do Clube Republicano, Em 1935, foi nomeado no cargo na Divisão de vias públicas, e passou a trabalhar como fiscal de rios e várzeas do departamento de obras públicas, onde se aposentou em 27 de janeiro de 1938. Desde 1896, dedicou-se a política, tendo fundado o Partido Republicano Paulista em nosso distrito, onde permaneceu até 1930. Conseguiu a instalação do Cartório de paz criado pela lei 1.082 de 13 de setembro de 1907, foi também juiz de paz. Em 1907, trabalhou para a instalação do mercado, denominado mercado dos caipiras. Conseguiu uma agência do Correio, e a instalação do Posto Policial no Largo de Pinheiros. Em março de 1909, inaugurou-se a linha de bondes, da rua Capote Valente até o Largo de Pinheiros. Tomou parte como secretário e tocava clarineta na corporação musical, fundada pelo Sr. Amaro Cavalheiro. Em 1909, existia no bairro apenas 2 escolas primárias, com o correr dos anos conseguiu a instalação das Escolas Reunidas de Butantã, hoje grupo escolar Alfredo Bresser. Em 1910, conseguiu na Companhia Telefônica estender uma linha que vinha da Central, passava por Pinheiros e ia até Embu. Faleceu no dia 6 de agosto de 1956.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 9.620

1971-08-31

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