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Praça Francisco Piva

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Distrito: Pirituba

Subprefeitura: Pirituba / Jaragua

Localização: Logradouro público sem denominação localizado entre a Rua José Peres Campelo e a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães (Setor 77 - Quadra 254), no Distrito de Pirituba, Subprefeitura de Pirituba/Jaraguá.

História da rua

Francisco Piva, nasceu em 11 de agosto de 1926, em São Paulo, no bairro de Pirituba. Era filho de João Piva e de Christina Salustiano. Os estudos e o trabalho sempre foram preocupações da família Piva. Francisco concluiu o curso Primário no então conceituado Grupo Escolar Pereira Barreto, que à época funcionava na Antônio Raposo, na Lapa. O curso técnico de desenho arquitetônico, no Senai, veio logo na sequência dando indícios de que Francisco seguiria uma profissão ligada à construção.
Seu primeiro emprego na área foi em 1952, como encarregado de pedreiros na empresa de construção civil Borsandi & Astrini. Lá chegou a empreiteiro de mão de obra e ergueu diversos pontos na cidade de São Paulo.
Em 1957, galgando melhores oportunidades, transferiu-se para a construtora Racz já ocupando o cargo de mestre de obras. Um marco de seu trabalho foi a construção da sede industrial da empresa têxtil Nailotex, no bairro de Vila Leopoldina.
Dois anos após, já na Construtora Heleno Fonceca, sob sua administração foram erguidas obras expressivas para o município, como o Centro Educacional da Mooca e o Grupo Escolar do Caxingui. O Masp (Museu de Arte de São Paulo), assim como a construção dos viadutos Jaceguai e Condessa de São Joaquim estão entre as obras mais expoentes de seu
ofício. Também fazem parte de seu extenso currículo a administração de obras na Praça Roosevelt, a construção da linha 7 do Metrô e obras da Sabesp. Uma década depois, Francisco Piva passou a administrar obras na Relux Química e Tecnologia, momento da carreira em que foi o responsável pela construção do prédio do Citibank, na rua Antônio Prado; do Banco do Brasil,
na Álvares Penteado e do Instituto Biológico do Estado de São Paulo, no Ibirapuera. Participou da construção de expoentes edifícios arquitetônicos da cidade junto a Hindi Companhia Brasileira de Habitação. Ausentou-se de São Paulo, de sua Pirituba, somente nos idos de 1972-1974. Naquela época, na Enco Engenharia e Comércio participou da construção da sede da Sadia no Mato Grosso, na capital Cuiabá. Na mesma cidade esteve presente durante a reforma e a ampliação da pista do Aeroporto Marechal Rondon e nas primeiras escavações e fundação do estádio de futebol José Fragelli, hoje conhecido nacionalmente
como “Verdão”. De volta a São Paulo, ocupou o cargo de mestre de obras na Civiplan e participou ativamente da execução do Parque Central da Lapa. Sempre em busca de novas oportunidades de crescimento, Francisco Piva ainda exerceu a sua
competente profissão em empresas como Cinasa, Anacon, Obra Sul Construtora, Enterpa Engenharia e Serrano Empreendimento Imobiliário. O número de obras realizadas por Francisco Piva é extenso, assim como a importância que o morador de Pirituba exerceu no bairro. Casado com Argentina Malias Piva, com quem teve uma filha - Inez Piva. Francisco foi um morador de Pirituba preocupado com a comunidade, com os vizinhos e amigos que lá conquistou desde a infância. Faleceu em 29 de abril de 1990, em São Paulo, aos 63 anos, deixando saudoso o bairro, que para homenageá-lo fez um abaixo-assinado contendo
a adesão dos moradores da rua Coronel Bento Bicudo para que a praça existente entre a rua José Peres Campelo e a av. Raimundo Pereira de Magalhães seja denominada praça Francisco Piva.

Texto extraído da documentação que acompanhou o Projeto de Lei nº 531/12 do Vereador Claudinho de Souza - PSDB.
Nome oficializado pela Lei nº 15.879, de 18 de outubro de 2013

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 15.879

2013-10-18

(PROJETO DE LEI Nº 531/12, DO VEREADOR CLAUDINHO DE SOUZA - PSDB)

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