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Rua Antonieta de Barros

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua 1

Distrito: Anhanguera

Subprefeitura: Perus / Anhanguera

Localização: começa na Rua Edson Neris, agora assim denominada, e termina aproximadamente a 119,50 metros além do seu início, em balão de retorno

História da rua

Antonieta de Barros (Florianópolis, Santa Catarina, 17 de julho de 1901- Florianópolis, Santa Catarina, 28 de março de 1952.)

Antonieta de Barros se consagrou sendo a primeira mulher a compor a Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Educadora e jornalista, iniciou suas na década de 1920, tendo criado o jornal A Semana, até 1927. Também dirigiu, na mesma década, o periódico Vida Ilhoa, ambos em Florianópolis. Foi fundadora do Curso Antonieta de Barros, tendo dirigido o mesmo até 1952, ano de seu falecimento. Também lecionou em outras três escolas.

Estabeleceu trocas significativas com a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e, com a ampliação do voto para as mulheres no Brasil, Antonieta se filiou ao Partido Liberal Catarinense, tendo se elegido deputada estadual, tornando-se assim a primeira mulher negra eleita a um cargo de representação na esfera federal.

Logradouro localizado no loteamento Portal da Anhanguera 3, assentamento que passa pelo processo de regularização fundiária promovida pela Secretaria Municipal de Habitação - SEHAB/CRF. Nome oficializado pelo Decreto nº 58.011, de 4 de dezembro de 2017 (Processo nº 2016-0.126.425-5).

Nome anterior: conhecido pelo mesmo nome e por Rua 1.

Observações históricas

Antonieta de Barros - pioneira na construção de um jornal contra o racismo, atual na luta política e foi a primeira deputada estadual negra, em 1947. Nome indicado pela Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, em representação a luta por Igualdade Racial.

 

Antonieta de Barros (Florianópolis, Santa Catarina, 17 de julho de 1901- Florianópolis, Santa Catarina, 28 de março de 1952.)

Antonieta de Barros se consagrou sendo a primeira mulher a compor a Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Educadora e jornalista, iniciou suas na década de 1920, tendo criado o jornal A Semana, até 1927. Também dirigiu, na mesma década, o periódico Vida Ilhoa, ambos em Florianópolis. Foi fundadora do Curso Antonieta de Barros, tendo dirigido o mesmo até 1952, ano de seu falecimento. Também lecionou em outras três escolas. 

Estabeleceu trocas significativas com a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e, com a ampliação do voto para as mulheres no Brasil, Antonieta se filiou ao Partido Liberal Catarinense, tendo se elegido deputada estadual, tornando-se assim a primeira mulher negra eleita a um cargo de representação na esfera federal. 

 

 

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 58.011

2017-12-04

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