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Rua Augusto de Freitas

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua Conhecida Por Santo Aleixo

Distrito: Vila Mariana

Subprefeitura: Vila Mariana

Localização: Começa na Rua Pelotas e termina na travessa Humberto I.

História da rua

Augusto Luis de Freitas nasceu na cidade de Rio Grande, no estado de Rio Grande do Sul em 1868. Foi pintor, ilustrador, cenógrafo e professor de artes. Ainda pequeno seu pai, que era português, decidiu voltar à Portugal levando a família. Lá iniciou-se nas artes, matriculando-se com 12 anos na disciplina de Desenho Histórico da Academia Portuense de Belas-Artes, na cidade do Porto, em Portugal, onde sua família havia se radicado. Para ampliar seus horizontes estudou também Arquitetura e Escultura. Teve mestres respeitados, entre eles o pintor Marques de Oliveira e o escultor Soares dos Reis. Com a morte de seus, em fins de 1893 voltou ao Brasil, fixa residência em Porto Alegre, durante o período de 1893 a 1895, trabalhando como ilustrador do periódico A Semana Cômica e realizando cenografia para o Teatro São Pedro. Freitas muda-se para a cidade do Rio de Janeiro, onde deu continuidade a seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes e foi discípulo de Henrique Bernardelli. Durante este período, deu aulas em um colégio particular em Niterói e realizou decoração para a Igreja da Candelária. Recebeu o prêmio viagem no Salão da ENBA (1898), indo para a Itália e fixando-se em Roma por 2 anos. Expõe em salões e individuais no Rio de Janeiro, São Paulo, Santos, Portugal, Argentina e em vária cidades da Itália. Decorou a cúpula do Pavilhão Central do Brasil na Exposição de Turim, em 1911. No Rio Grande do Sul, por volta de 1903, expõe no Clube do Comércio de Porto Alegre e leciona no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre até 1919, quando vai definitivamente para Itália. Entre 1923 e 1925 pintou duas telas monumentais para o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, destinadas para o Palácio Piratini, e hoje instaladas no Instituto de Educação General Flores da Cunha: Combate da Ponte da Azenha e A chegada dos primeiros açorianos, consideradas suas obras-primas. Dono de extraordinária vitalidade, pintou e fez grandes exposições até pouco antes de falecer em Roma no dia 26 de novembro de 1962

 

Observações históricas

Entre suas obras destaca-se a decoração da grande cúpula do Pavilhão Brasileiro na exposição internacional de Turim, em 1911. Figura no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

 

 

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 15.292

1978-09-12

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