Sobre o logradouro
Nome anterior: Rua Coronel Luiz Liscio
Bairro: V. Santana
Distrito: Penha
Subprefeitura: Penha
Localização: Começa na Avenida Amador Bueno da Veiga e termina na Rua Najatu.
História da rua
Chamaná é uma palavra oriunda da língua de indígenas Ticuna, que vivem próximo ao Rio Solimões. Significa "céu da boca". A língua Ticuna é amplamente falada em uma área extensa por numerosos falantes (acima de 30.000) cujas comunidades se distribuem por três países: Brasil, Peru e Colômbia. A maior parte das aldeias brasileiras encontra-se ao longo ou nas proximidades do rio Solimões. O Ticuna é uma língua tonal. Considerada como geneticamente isolada, é uma língua que apresenta complexidades em sua fonologia e em sua sintaxe. Os Ticuna configuram o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. Com uma história marcada pela entrada violenta de seringueiros, pescadores e madeireiros na região do rio Solimões, foi somente nos anos 1990 que os Ticuna lograram o reconhecimento oficial da maioria de suas terras. Hoje enfrentam o desafio de garantir sua sustentabilidade econômica e ambiental, bem como qualificar as relações com a sociedade envolvente mantendo viva sua riquíssima cultura.
Fontes: Processo 1987-0.043.003-0 de denominação e Povos Indígenas no Brasil - Instituto Socioambiental: Ticuna.
Observações históricas
Chamaná, língua dos índios Ticuna, no Rio Solimões. Significa : "céu da boca".
Denominação oficializada através do Decreto nº 2.803. de 28 de janeiro de 1955.
Nome anterior: Rua Coronel Luiz Liscio.
Localização no mapa
Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.
Legislação
DECRETO nº 4.371
1955-01-28
Decreto 4.371 oficializa os logradouros presentes na planta da cidade de São Paulo. Outras legislações: Decreto 2.802 de 28 de janeiro de 1955 (Processo 1987-0.043.003-0) - Confirma denominação anterior. Decreto 15.635 de 17 de janeiro de 1979 - Confirma legislação anterior.
