Sobre o logradouro
Distrito: Perdizes
Subprefeitura: Lapa
Localização: Começa na Rua Turiaçu e termina na Avenida Sumaré
História da rua
Ciro Costa nasceu em 18 de março de 1879, na cidade de Limeira (SP). Filho do coronel José Ferreira da Costa e Antônia Montenegro da Costa. Bacharel pela Faculdade de Direito de São Paulo. Poeta primoroso. Possuidor de excelente bagagem literária, porém, não publicou, em vida, um só livro. O soneto Pai João, que faz parte de inúmeras antologias, tornou popularíssimo o seu nome. Além de poeta, era cronista e conferencista. Participou da Revolução de 1932, como soldado do Batalhão da Liga de Defesa Paulista, e combateu em Cunha na trincheira do Facão. Exerceu o cargo de Delegado Auxiliar, no Governo Rodrigues Alves. Viajou pela Europa, Egito e Índia. Sobre essas viagens fez várias conferências, das quais intitulou, Visões da Índia. Suas primeiras crônicas, e primeiros versos, apareceram em 1900, no Diário Popular. Fundou com outros intelectuais, a Sociedade dos Homens de Letras do Brasil. Colaborou na revista paulistana, Vida Moderna, onde publicou, Roca de Sonho em 1919. Seu soneto, Pai João, figura em quase todas as antologias. Foi eleito para a Academia Paulista de Letras, mas não chegou a tomar posse. Poeta, cronista e historiador. Foi um escritor brilhante, conferencista atraente dotado de talento impressionista, fez sempre obra de brasileirismo, foi uma das figuras mais representativas da cultura paulista. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1937. Suas obras: Estelárico versos; Visões da Índia, conferência; São Paulo, 1916; Sob a Metralha, história da revolta de 1924, de colaboração com Eurico de Gois; Sarabanda das folhas; poema lírico, in Feira Literária, São Paulo 1930; Rio de Janeiro, Terra Prometida, poesia, obra póstuma. Faleceu a 22 de junho de 1937.
Observações históricas
Ciro Costa, nasceu em Limeira, estado de São Paulo, no dia 18 de março de 1879. Formado em 1902, pela Faculdade de Direito. Estudou na Suiça os modernos ensinamentos da polícia científica. Exerceu no Rio de Janeiro, o cargo de 1º Delegado Auxiliar, no Governo Rodrigues Alves. Foi oficial do 2º registro de títulos da capital e alto funcionário da recebedoria de rendas. Viajou pela europa, percorrendo o Egito e a Índia. Sôbre essas viagens fez várias conferências, das quais intitulou, Visões da Índia. Tomou parte na Revolução de 1932, como simples soldado. Combateu no setor de Cunha. Suas primeiras crônicas, e primeiros versos, apareceram em 1900, no Diário Popular. Fundou com outros intelectuais, a Sociedade dos Homens de Letras do Brasil. Colaborou na revista paulistana, Vida Moderna, onde publicou, Roca de Sonho em 1919. Seu soneto, Pai João, figura em quase todas as antologias. Foi eleito para a Academia Paulista de Letras, mas não chegou a tomar posse. Poeta, cronista e historiador. Foi um escritor brilhante, conferencista atraente dotado de talento impressionista, fêz sempre obra de brasileirismo, foi uma das figuras mais representativas da cultura paulista. Bibliografia:
Estelárico versos; Visões da Índia, conferência; São Paulo, 1916; Sob a Metralha, história da revolta de 1924, de colaboração com Eurico de Gois; Sarabanda das folhas; poema lírico, in Feira Literária, São Paulo 1930; Rio de janeiro, Terra Prometida, poesia, obra póstuma. Faleceu no Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1937.
Localização no mapa
Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.
Legislação
LEI nº 3.828
1949-12-28
