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Rua Francisco Rebôlo

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua C, Conhecida Por Cartas Paulistas, do Jardim Panorama

Bairro: Jd. Panorama

Distrito: Morumbi

Subprefeitura: Butantã

Localização: Começa na Rua Armando Petrella e termina na Rua Contos Azuis

História da rua

Francisco Rebolo Gonsales nasceu no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo em 22 de agosto de 1902. Foi o quinto filho do casal Francisco Rebollo Merguizo e Rosa González Rodríguez, imigrantes espanhóis da Andaluzia, que chegaram ao Brasil no final do século XIX. Mais conhecido por Francisco Rebolo, ou simplesmente Rebolo, foi pintor, gravurista e futebolista hispano-brasileiro. Viveu intensamente duas trajetórias: primeiramente, jogador de futebol de 1917 a 1932, atuou no Corinthians (1921 a 1927) e no Ypiranga, ambos clubes da cidade de São Paulo; a partir de 1934, torna-se pintor. Um fato curioso uniu suas duas atividades: na década de 1930, pintor já conhecido, desenhou o símbolo definitivo do Corinthians, emblema conhecido nacionalmente. Membro fundador do famoso Grupo Santa Helena, um edifício localizado na Praça da Sé, na cidade de São Paulo, onde Rebolo, Volpi, Graciano Rizzotti, Manuel Martins e Mário Zanini tinham um ateliê conjunto. Foi o criador do escudo do Sport Club Corinthians Paulista, desenhado no início da década de 1930. É considerado um dos mais importantes paisagistas da pintura brasileira. Sua obra, com um total estimado superior a 3.000 pinturas, centenas de desenhos e um conjunto de cinquenta diferentes gravuras, de variadas técnicas, além das paisagens, envolve também como temática um expressivo conjunto de retratos, figuras, naturezas-mortas e flores. Elogiado em texto do escritor Jorge Amado como "mestre numa geração de mestres", Francisco Rebolo é uma figura histórica com alto lastro de produção e intensa presença cultural e sociológica na vida de São Paulo e do Brasil, além de ser o maior e mais produtivo pintor de paisagens brasileiras, numa atividade interrupta de 45 anos como artista. Os Direitos e a catalogação de suas obras são geridas pelo Instituto Rebolo, os trabalhos de Rebolo estão nos principais museus brasileiros, no acervo de órgãos culturais e governamentais e em coleções particulares em todo o Brasil.Faleceu na cidade de São Paulo no dia 10 de julho de 1980, aos 77 anos de idade.

Nome retirado do Banco de Nomes de SEHAB-CASE

Observações históricas

Esta rua teve seu nome reservado pela Portaria nº 125/79 de 25/03/1977 e foi oficializada pelos Decretos 17.071 de 15/12/1980 e 20.552 de 18/12/1984.

Francisco Rebolo: Francisco Rebollo Gonzales (nome artístico: Rebolo) nasceu no dia 22.08.1902, em São Paulo, sendo filho de imigrantes espanhóis que chegaram ao Brasil no final do século XIX. Viveu intensamente duas trajetórias: primeiramente, jogador de futebol de 1917 a 1932, atuou no Corinthians (1921 a 1927) e no Ypiranga, ambos clubes da cidade de São Paulo; a partir de 1934, torna-se pintor. Falecido aos 10.07.1980, foi um dos mais importantes artistas plásticos paulistas. Um fato curioso uniu suas duas atividades: na década de 30, pintor já conhecido, desenhou o símbolo definitivo do Corinthians, emblema hoje conhecido nacionalmente. Desde o começo da carreira artística, Rebolo foi considerado pela melhor crítica do período (Mário de Andrade, Sérgio Milliet e outros intelectuais) um dos mais importantes paisagistas da pintura nacional. Elogiado em texto do escritor Jorge Amado como "mestre numa geração de mestres", Francisco Rebolo é uma figura histórica com alto lastro de produção e intensa presença cultural e sociológica na vida de São Paulo e do Brasil, além de ser o maior e mais produtivo pintor de paisagens brasileiras, numa atividade interrupta de 45 anos como artista.
Este nome foi retirado do Banco de Nomes de SEHAB-CASE

Nome oficializado pelo decreto 20.552, de 18 de dezembro de 1984.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 20.552

1984-12-18

Portaria 125/79, de 28 de março de 1977 - Rua Cartas Paulistas; Decreto nº 17.071, de 15 de dezembro de 1980.

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