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Rua João Batista da Silveira

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua 11

Distrito: Campo Grande

Subprefeitura: Santo Amaro

Localização: Começa na Rua Orestes Barbosa e termina na Divisa do loteamento. Fica entre as Ruas Candido de Souza Pitanga e Laurindo de Azevedo Marques. Jardim Palmares. Setor:-Qdas:

História da rua

João Batista da Silveira nasceu em Queluz em 24 de fevereiro de 1850. Formou-se em Direito em 1880, tendo durante o curso acadêmico, lecionado particularmente e auxiliado na Biblioteca da Academia. Formado, instalou escritório de advocacia em Casa Branca, onde colaborou no "Tempo", foi o presidente do Diretório do P.R.P., vereador municipal, promotor público e juiz de paz. Recusou o convite que lhe fez D. Pedro II para presidir a província do Espírito Santo. Proclamada a República, fez parte da dissidência chefiada por Prudente de Morais, sendo representante de Casa Branca na Convenção de 1910. Foi deputado provincial na Legislatura de 1883 e 1886. Em 1881 fez parte da comissão paulista incumbida de receber o maestro Carlos Gomes. Em 1884 redigiu "O Casa-Branquense". Colaborou no "Correio Paulistano", no "São Paulo Judiciário", na "Gazeta Jurídica" e na "Revista dos Tribunais". Alguém, muito mais tarde, lhe chamou Dom Sabiá, recordando-lhe as canções populares. Nos vagares da profissão, que se estendia da comarca casa-branquense aos limites de Minas Gerais, não abandonava os estudos botânicos, era interessado pelas virtudes curativas de certas espécies brasileiras. Daí, o fato de, sendo advogado, ter escrito um livro sobre Medicina em Francês, para facilitar o prefácio de Dr. Foncet. Foi poeta, orador e jornalista. Faleceu na Capital Paulista em 14 de maio de 1920.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 7.850

1968-12-17

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