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Rua Leonel Vaz de Barros

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua 7, Rua 8.

Bairro: Jd. Caravelas

Distrito: Santo Amaro

Subprefeitura: Santo Amaro

Localização: Começa na Rua Ferreira do Alentejo e termina na Avenida Cecília Lottemberg.

História da rua

Leonel Vaz de Barros, mais conhecido como Léo Vaz, nasceu em Capivari em 6 de junho de 1890. Passou sua infância em Piracicaba, e nesta cidade cursou a Escola Normal e começou a exercer o magistério primário. Uma vez diplomado pela Escola Normal de Piracicaba, em 1911, lecionou na Escola de Aprendizes Marinheiros. Mas, o trabalho de repórter na "Gazeta de Piracicaba" o atraia mais. Em 1917 decidiu pelo jornalismo e veio para São Paulo. Passou a trabalhar na "Revista do Brasil" dirigida por Lobato. Em 1918 começou como repórter em "O Estado de São Paulo", onde foi depois redator-chefe. Publicou nesse jornal os primeiros contos, que assinava com o pseudônimo de Diágoras. Seu primeiro livro, "O Professor Jeremias", um romance de costumes, apareceu em 1920. Em 1923 publicou "Ritinha e Outros Casos" e mais tarde, "O Burrico Lúcio". Em 1925 fundou o "Diário da Noite". Era o jornal "novo e irreverente" de que sentia necessidade. Foi membro da Academia Brasileira de Letras. Seu último livro "Páginas Vadias" é uma coletânea de suas magníficas crônicas publicadas no "O Estado de São Paulo", lançada em 1957, pela Editora José Olímpio. Como toda coletânea de matéria publicada na imprensa, tem este livro o inconveniente conhecido de abordar temas que eram de interesse atualíssimo no momento em que as crônicas foram escritas, mas com o correr do tempo perderam a centralidade no presente conteporaneo. Faleceu na Capital Paulista em 5 de março de 1973.

Observações históricas

Leonel Vaz de Barros nasceu em Capivari em 6 de junho de 1890. Passou sua infância em Piracicaba, e nesta cidade cursou a Escola Normal e começou a exercer o magistério primário. Uma vez diplomado pela Escola Normal de Piracicaba, em 1911, lecionou na Escola de Aprendizes Marinheiros. Mas, o trabalho de repórter na "Gazeta de Piracicaba" o atraia mais. Em 1917 decidiu pelo jornalismo e veio para São Paulo. Passou a trabalhar na "Revista do Brasil" dirigida por Lobato. Em 1918 começou como repórter em "O Estado de São Paulo", onde foi depois redator-chefe. Publicou nesse jornal os primeiros contos, que assinava com o pseudônimo de Diágoras. Seu primeiro livro, "O Professor Jeremias", um romance de costumes, apareceu em 1920. Em 1923 publicou "Ritinha e Outros Casos" e mais tarde, "O Burrico Lúcio". Em 1925 fundou o "Diário da Noite". Era o jornal "novo e irreverente" de que sentia necessidade. Foi membro da Academia Brasileira de Letras. Seu último livro "Páginas Vadias" é uma coletânea de suas magníficas crônicas publicadas no "O Estado de São Paulo", lançada em 1957, pela Editora José Olímpio. Como toda coletânea de matéria publicada na imprensa, tem este livro o inconveniente conhecido de abordar temas que eram de interesse atualíssimo no momento em que as crônicas foram escritas, mas com o correr do tempo, perderam esse interesse, ou, quando menos, o frescor da novidade. Faleceu na Capital Paulista em 5 de março de 1973.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 11.115

1974-07-04

Decreto 15.635 de 17 de janeiro de 1979 - Confirma legislação anterior. Decreto 26.604 de 10 de agosto de 1988 - Estende a denominação até a Avenida Professor Alceu Maynardy Araújo; Decreto 27.125 de 17 de outubro de 1988 - Altera o CADLOG (Anterior: 67.748-5); Decreto 27.507 de 15 de dezembro de 1988 - Altera a redação (Processo Nº 05-003.590-88*10); Decreto 59.977, de 10 de dezembro de 2020 - Caracteriza os dados técnicos e fixa pontos de referência (Proc. 6510.2019/0003578-1).

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