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Rua Niazi Chohfi

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua B e Rua Virgilina Sales

Distrito: Sé

Subprefeitura: Sé

Localização: Começa na Rua 25 de Março e termina na Rua Comendador Abdo Schahin.

História da rua

O empresário Niazi Chohfi já foi considerado o mais antigo lojista em atividade na região da rua 25 de Março, em São Paulo. Descendente de imigrantes sírios que chegaram ao Brasil na virada do século XIX. Sua história de vida, marcada por inúmeros acontecimentos importantes, confunde-se com a história de São Paulo do ponto de vista da rua 25 de março. Nasceu na casa de seus pais, no antigo número 157 da rua, que ficava próxima à Ladeira Porto Geral, em 1912. Seus pais, Nagib e Shucrie, vieram da Síria na virada do século XIX para o XX, e casaram em 1907, no Brasil. Nos anos seguintes, seu pai foi trabalhar como mascate, vendendo seus produtos de porta em porta, por todo o país. E aqui fez fortuna, chegando a ser considerado o maior importador de tecidos do Brasil. A fortuna de seu pai permitiu uma educação de primeira ao garoto Niazi e seus irmãos. Aulas de línguas, artes, de piano e tudo o mais que se exigisse das boas famílias da década de 1920. Entretanto, com a crise mundial oriunda da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, o seu pai perdeu todas suas posses, apenas conseguindo saldar suas dívidas. Tal acontecimento foi marcante na vida de Niazi, já que, com apenas 18 anos virou vendedor, estabelecendo-se com seu comércio em 1933, na rua 25 de março, onde nasceu. Dali para cá seus negócios prosperam tanto na região que fundou a Cia. Têxtil Niazi Chohfi, referência para todo o mercado de moda e confecções no Brasil. Faleceu em 8 de dezembro de 2006.
O processo de denominação apresentou abaixo-assinado dos comerciantes do bairro.

 

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 15.548

2012-04-02

Companhia Parque da Várzea do Carmo. Ato nº 1.503, de 19 de março de 1920, retifica o Ato n° 1.500, de 12 de novembro de 1920: onde se lê Virgilinha de Souza leia-se Virgilina Sales. Projeto de Lei nº 515/2011, do vereador Agnaldo Timóteo.

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