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Rua Orestes Barbosa

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua 1

Distrito: Campo Grande

Subprefeitura: Santo Amaro

Localização: Começa na Estrada da Pedreira e Termina na Rua 12. Fica entre as Ruas Borba Pereira e 3.

História da rua

Orestes Barbosa nasceu no Morro de São Carlos, Rio de Janeiro, em 07 de maio de 1893. Aos 6 anos de idade já publicava seus primeiros versos em um jornalzinho editado na Gávea. Para chegar ao samba, ele percorreu longo caminho, passando pela boemia, o Jornalismo e a poesia. Foi no Liceu de Artes e Ofícios, que iniciou aos 12 anos, sua cultura auto-didata. Coube a Rui Barbosa levar Orestes ao Jornalismo, a pedido do próprio poeta. Trabalhou na "Imprensa"; "O Imparcial"; "A Época"; "Gazeta de Notícia"; "A Notícia"; "A Manhã"; "A Crítica"; "O Radical"; "O Globo", "O Jornal" e "A Folha". Ingressou no Jornalismo aos 19 anos, trabalhando inicialmente no "Diário de Notícias", ocasião em que foi preso quatro vezes, a primeira pelas críticas que formulou contra o estado de sítio decretado sob o governo de Artur Bernardes. Dessa experiência publicou o livro "Na Prisão", prefaciado por Medeiros e Albuquerque. Seguiram-se "Bam-bam-bam" e "Fantasma", todos em prosa. Em 1929 gravou em disco "Odeon" sua primeira composição para gramofone, feita em parceria com Osvaldo Santiago e interpretada por Alvinho. O título da música era "Bangalô", que obteve amplo sucesso na época. Algum tempo depois foi preso pela segunda vez por ter publicado uma série de reportagens sobre direitos autorais na obra de Euclides da Cunha. Alma de poeta, contam-se 212 músicas, mas muitas outras existem inéditas. Faleceu em 15 de agosto de 1966.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

DECRETO nº 6.762

1966-11-23

Via oficial pela Lei nº 4663/55.

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