← Dicionário de Ruas

Rua Osório Duque Estrada

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Nome anterior: Rua Particular

Bairro: Paraíso

Distrito: Moema

Subprefeitura: Vila Mariana

Localização: Começa na Avenida Brigadeiro Luís Antonio e termina na Rua Manuel de Nóbrega.

História da rua

Joaquim Osório Duque Estrada nasceu em Party do Alferes, estado do Rio de Janeiro, em 29 de abril de 1870. Foi escritor, poeta e jornalista. Estudou as primeiras letras no Colégio de Petrópolis, matriculando-se em 1882 no Colégio Pedro II, de onde saiu em 1888. Em 1889 chegou na cidade de São Paulo e cursou a Faculdade de Direito durante dois anos. Abandonou-a para dedicar-se a diplomacia. Em 1886 publicou seu primeiro livro de versos, "Alveolos" e, em 1887, começou a colaborar na imprensa, escrevendo seus primeiros ensaios para a "Cidade do Rio". Em 1888 alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Trovão. Nomeado secretário de legação no Paraguai, onde permaneceu até agosto de 1892, exerceu também as funções de encarregado de negócios. De volta ao Brasil abandonou a diplomacia e seguiu para Minas Gerais. Ali redigiu o "Eco de Cataguases". Exerceu outros cargos tais como: bibliotecário do Estado do Rio de Janeiro, inspetor geral do ensino e professor de francês do Ginásio de Petrópolis. Deixou o magistério em 1905, retornou a imprensa e colaborou em numerosos jornais, dirigiu também o "Correio da Manhã", durante a ausência de Edmundo Bitencourt. Em 1915 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Escreveu numerosas peças teatrais, operetas, e é o autor do nosso Hino Nacional. Faleceu no Rio de Janeiro em 06 de fevereiro de 1927.

Observações históricas

Joaquim Osório Duque Estrada, escritor, poeta e jornalista, nasceu em Partido Alferes em 29 de abril de 1870. Estudou as primeiras letras no Colégio de Petrópolis, matriculando-se em 1882 no Colégio Pedro II, de onde saiu em 1888. Em 1889 veio para São Paulo, e aqui cursou a Faculdade de Direito durante dois anos. Abandonou-a para dedicar-se a diplomacia. Em 1886 publicou seu primeiro livro de versos, "Alveolos" e, em 1887, começou a colaborar na imprensa, escrevendo seus primeiros ensaios para a "Cidade do Rio". Em 1888 alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Trovão. Nomeado secretário de legação no Paraguai, onde permaneceu até agosto de 1892, exerceu também as funções de encarregado de negócios. De volta ao Brasil abandonou a diplomacia e seguiu para Minas Gerais. Ali redigiu o "Eco de Cataguases". Exerceu outros cargos tais como: bibliotecário do Estado do Rio de Janeiro, inspetor geral do ensino e professor de francês do Ginásio de Petrópolis. Deixou o magistério em 1905, retornou a imprensa e colaborou em numerosos jornais, dirigiu também o "Correio da Manhã", durante a ausência de Edmundo Bitencourt. Em 1915 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Escreveu numerosas peças teatrais, operetas, e é o autor do nosso Hino Nacional. Faleceu no Rio de Janeiro em 06 de fevereiro de 1927.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 3.675

1947-12-09

Interessado: Benoet Loeb Nome declarado oficial pela Lei nº 4.371, de 17 de abril de 1953 por constar em planta de levantamento fiscal anexa a este ato. Presente na planta da cidade produzida para a prefeitura em 1954 a partir de levantamento aerofotogramétrico (REF. VASP CRUZEIRO). O Decreto nº 15.635, de 17 de janeiro de 1979 que institui a lista de denominações oficiais do município confirmou esta denominação com atualização da grafia.

← Voltar ao Dicionário de Ruas