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Rua Raposo Tavares

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Distrito: Itaim Bibi

Subprefeitura: Pinheiros

Localização: Começa na Avenida Morumbi e termina na Rua Pássaros e Flores.

História da rua

Antônio Raposo Tavares foi um bandeirante português, nascido em 1598, em São Miguel da Beja. Filho de Fernão Vieira Tavares, que foi capitão-mor governador da capitania de São Vicente em 1622 e de sua mulher Francisca Pinheiro da Costa Bravo,  teve como madrasta Maria da Costa que era cristã nova de quem se presume que ele tenha recebido influência religiosa judaica. Veio de Portugal com seu pai, em 1618, e fixou-se em são Paulo pelo casamento com Beatriz Furtado de Mendonça, filha de Manuel Pires. Fundou uma fazenda em Quitaúna, onde reuniu grande número de indígenas nas suas contínuas entradas ao sertão. Raposo Tavares foi, segundo historiadores do século XX, a alma da destruição das ações jesuíticas espanholas, visando a ampliação das fronteiras do Brasil. Sua primeira bandeira, da qual era chefe nominal Manuel Preto, foi em 1628 e partiu de São Paulo rumo ao Guaíra (no atual Estado do Paraná). Com essa expedição iniciou o processo de asseguramento da posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e de Mato Grosso do Sul. Muito serviu a D. Francisco de Sousa e por isso foi por ele armado cavaleiro da Casa Real. Teve diversos cargos na vila de São Paulo e foi ativo sertanista. Em janeiro de 1633, foi eleito juiz ordinário, e logo a seguir, desistiu do cargo pois foi provido pelo conde de Monsanto no ofício de Ouvidor da Capitania de São Vicente. Participou de várias bandeiras. Raposo Tavares morreu em 1658, em São Paulo.

 

 

Observações históricas

Antônio Raposo Tavares era português, bandeirante paulista, que expandiu as fronteiras brasileiras às custas dos domínios espanhóis. Muito serviu a D. Francisco de Sousa e por isso foi por ele armado cavaleiro da Casa Real. Teve diversos cargos na vila de São Paulo e foi ativo sertanista. Nascido em São Miguel do Pinheiro, distrito de Beja, Portugal, filho de Francisca Pinheiro da Costa Bravo (de origens: cristã nova e cristã velha) e Fernão Vieira Tavares (cristão velho), teve como madrasta Maria da Costa que era cristã nova de quem se presume que ele tenha recebido influência religiosa judaica. Chegou ao Brasil em 1618 com o pai, que havia sido designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente. Em 1622, com a morte do pai, transferiu-se para o planalto de Piratininga, fixando-se na vila de São Paulo, onde logo se entusiasmou em participar nas expedições destinadas a aprisionar índios.
Sua primeira bandeira, da qual era chefe nominal Manuel Preto, foi em 1628 e partiu de São Paulo rumo ao Guaíra (no atual Estado do Paraná). Diz-se que com essa expedição iniciou o processo de expulsão dos jesuítas espanhóis, ampliando as fronteiras do Brasil e assegurando a posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e de Mato Grosso do Sul. Em janeiro de 1633, foi eleito juiz ordinário, e logo a seguir, desistiu do cargo pois foi provido pelo conde de Monsanto no ofício de Ouvidor da Capitania de São Vicente. Participou de várias bandeiras. Raposo Tavares morreu em 1658, em São Paulo.

O ATO Nº 23/1934, oficializa o nome do logradouro nome.
O Decreto nº 34.049/94, oficializa o leito.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

ATO nº 23

1934-02-14

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