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Rua Riskallah Jorge

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Distrito: República

Subprefeitura: Sé

Localização: Começa na Avenida Prestes Maia e termina na Rua Brigadeiro Tobias.

História da rua

Rizkallah Jorge Tahanian, nascido em Aleppo, Síria, em 14 de maio de 1867, chegou ao Brasil em março de 1895. Empregou-se inicialmente em uma oficina de manipulação de metais, ofício este que já exercia na sua terra natal. Foi promovido a gerente e, em seguida, a sócio. Em 1898, com apenas três anos de Brasil, fundou a empresa Rizkallah Jorge & Cia. que, mais tarde, receberia o nome de Casa da Bóia. Já estabelecido, providenciou a vinda de sua esposa, D. Zakie Naccache Rizkallah, que deixara na Síria. Aqui eles tiveram três filhos: Jorge, Nagib e Salim. A família residiu por mais de 55 anos no sobrado da Rua Florêncio de Abreu nº 123, sede da Casa da Bóia. Nesse mesmo endereço, Rizkallah Jorge abrigou muitos de seus compatriotas da Síria e da Armênia. Doou o terreno e construiu a primeira e a segunda igreja Armênia, além de um pavilhão no Lar Sírio Pró-Infância e um andar no Hospital Sírio Libanês.

Através da Lei nº 4.058, de 8 de junho de 1951, ficou o executivo autorizado a dar a denominação de Rizkallah Jorge a uma das vias públicas da Capital. No ano seguinte, através da Lei nº 4.186, de 14 de janeiro de 1952, o ato foi concretizado. Entretanto, nesta última Lei, ao invés de Rizkallah (com "z"), o nome foi grafado com "s", ou seja, Riskallah.

Fontes de consulta: 
Agência de Notícias Brasil-Árabe. ANBA. Disponível em <www.anba.com.br>, acesso em 01/04/2021. 
Casa da Boia metais e hidráulica. Disponível em <https://www.casadaboia.com.br/>, acesso em 01/04/2021.

Observações históricas

Rizkallah Jorge Tahanian, nascido em Aleppo, Síria, em 14 de maio de 1867, chegou ao Brasil em março de 1895. Empregou-se inicialmente em uma oficina de manipulação de metais, ofício este que já exercia na sua terra natal. Foi promovido a gerente e, em seguida, a sócio. Em 1898, com apenas três anos de Brasil, fundou a empresa Rizkallah Jorge & Cia. que, mais tarde, receberia o nome de Casa da Bóia. Já estabelecido, providenciou a vinda de sua esposa, D. Zakie Naccache Rizkallah, que deixara na Síria. Aqui eles tiveram três filhos: Jorge, Nagib e Salim. A família residiu por mais de 55 anos no sobrado da Rua Florêncio de Abreu nº 123, sede da Casa da Bóia. Nesse mesmo endereço, Rizkallah Jorge abrigou muitos de seus compatriotas da Síria e da Armênia. Doou o terreno e construiu a primeira e a segunda igreja Armênia, além de um pavilhão no Lar Sírio Pró-Infância e um andar no Hospital Sírio Libanês. Através da Lei nº 4.058 de 08/06/1951, ficou o executivo autorizado a dar a denominação de Rizkallah Jorge a uma das vias públicas da Capital. No ano seguinte, através da Lei nº 4.186 de 14/01/1952, o ato foi concretizado. Entretanto, nesta última Lei, ao invés de Rizkallah (com "z"), o nome foi grafado com "s", ou seja, Riskallah. Esta rua foi denomina através da Lei nº 4.186 de 14 de janeiro de 1952. Fontes: www.anba.com.br e www.casadaboia.com.br.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 4.186

1952-01-14

Nome autorizado pela Lei 4.085 de 08 de junho de 1951.

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