Sobre o logradouro
Nome anterior: Projetada
Distrito: Liberdade
Subprefeitura: Sé
Localização: Começa na Rua Conselheiro Furtado e termina na Rua José Getúlio.
História da rua
Esse logradouro foi doado para a municipalidade pelo senador Ignacio de Mendonça Uchôa, sua oficialização e denominação aconteceu em 1929 através da Lei 3.413.
Joaquim Felicio dos Santos nasceu em 1828 na cidade do Serro, então Vila do Príncipe. Fez o curso secundário no Colégio de Congonhas do Campo e graduou-se em Direito na Faculdade de São Paulo, em 1850. Fixou residência em Diamantina, onde advogou e se dedicou ao magistério. Em 1864 foi eleito deputado pelo Partido Liberal, representando o 6º Distrito de Minas. Retornando a vida privada, reencetou os seus estudos de Direito e Literatura, além de empenhar-se no movimento em prol da abolição dos escravos. Na eleição de 27 de maio de 1889 foi o mais votado da chapa republicana, obtendo o segundo lugar da chapa monarquista. Declarou então pela imprensa, segundo Cristiano Otoni, que embora o Imperante o escolhesse, não tomaria assento, porque suas opiniões não lhe permitiam, fato nos anais do Senado. Depois da República foi encarregado de redigir a lei eleitoral, com dois colaboradores. Na eleição de 15 de novembro de 1890 foi eleito senador federal por Minas. É o autor dos "Apontamentos para o Código Civil", do "Comentário" em cinco volumes das "Memórias do distrito diamantino", obra de grande fôlego e valor histórico, a cada passo compulsada pelos historiadores e estudiosos da crônica mineira e de outras obras. Como jornalista escreveu, no "Jequinhonha", folha política e literária de Diamantina, que se publicou por espaço de doze anos. Faleceu no povoado de Beriberi, a duas léguas de Diamantina, em 21 de outubro de 1895.
Observações históricas
Joaquim Felicio dos Santos nasceu em 1828 na cidade do Serro, então Vila do Príncipe. Fez o curso secundário no Colégio de Congonhas do Campo e graduou-se em Direito na Faculdade de São Paulo, em 1850. Fixou residência em Diamantina, onde advogou e se dedicou ao magistério. Em 1864 foi eleito deputado pelo Partido Liberal, representando o 6º Distrito de Minas. Retornando a vida privada, reencetou os seus estudos de Direito e Literatura, além de empenhar-se no movimento em prol da abolição dos escravos. Na eleição de 27 de maio de 1889 foi o mais votado da chapa republicana, obtendo o segundo lugar da chapa monarquista. Declarou então pela imprensa, segundo Cristiano Otoni, que embora o Imperante o escolhesse, não tomaria assento, porque suas opiniões não lhe permitiam, fato nos anais do Senado. Depois da República foi encarregado de redigir a lei eleitoral, com dois colaboradores. Na eleição de 15 de novembro de 1890 foi eleito senador federal por Minas. É o autor dos "Apontamentos para o Código Civil", do "Comentário" em cinco volumes das "Memórias do distrito diamantino", obra de grande fôlego e valor histórico, a cada passo compulsada pelos historiadores e estudiosos da crônica mineira e de outras obras. Como jornalista escreveu, no "Jequinhonha", folha política e literária de Diamantina, que se publicou por espaço de doze anos. Faleceu no povoado de Beriberi, a duas léguas de Diamantina, em 21 de outubro de 1895.
Localização no mapa
Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.
Legislação
LEI nº 3.413
1929-11-07
Processos nºs 78.165/40 e 33.386/41. Outras legislações: Decreto 15.635 de 17 de janeiro de 1979 - Confirma legislação anterior
