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Travessa Artur Botelho

Conheça a história deste logradouro de São Paulo.

Sobre o logradouro

Distrito: Penha

Subprefeitura: Penha

Localização: Começa na Rua Embiruçu , altura do nº 221. Distrito de Penha.

História da rua

Artur Botelho, nasceu em São Paulo - Capital, no dia 10 de outubro de 1906. Foi professor de literatura, escritor e poeta. Durante 10 anos, Artur Botelho escreveu na antiga revista, "A Cigarra", por um período de 5 anos no antigo, "Brás Jornal", do qual ao lado de famosos escritores e jornalistas da época. O Dr. Altino da Silva Mendes, foi um dos fundadores como jornalista, também participou deste jornal, seu cunhado Mário Gallo, irmão único de sua esposa Dona Rafaela, já falecida, também poeta e escritora. O antigo, "Brás Jornal", foi o primeiro jornal do bairro da Cidade de São Paulo. No jornal, "A Voz do Bairro", de propriedade de José das Neves Eustáquio, Artur Botelho era colunista onde destacava-se com grande estilo literário, em forma de contos, poemas, num estilo misto de épico e lírico, demonstrando seu grande patriotismo, engrandecia os fatos históricos que foram objetos de comemoração, que se perpetuam pela História do povo: No topo de Frondosa Pau-Brasil, um corrupião, cujo canto é extraordinariamente melancólico, pousou ao romper daquela límpida manhã. Na história de 7 de setembro de 1822, trecho de seu artigo as margens do Riacho Ipiranga, no jornal Mater do Belém, em setembro de 1981. Além de pertencer a Ordem dos Velhos jornalistas, também foi membro da A.B.I.. Lutou como voluntário na revolução constitucionalista de 1932, e pelos seus atos de bravura, depreendimento e patriotismo, foi aplaudido e recebeu um cargo de alto nível na escola militar, da antiga polícia militar do Estado de São Paulo. Fez diversos trabalhos de História, Geografia, Ciências, Arqueologia, Literatura e a maioria de seu trabalho era sobre problemas que angustiavam o bairro do Belém. Nas festividades de aniversário do bairro do Belém, era entrevistado por jornalista e meios de comunicação radiofônica e televisão, destacando-se na grande reportagem que fez na coluna da jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, coluna esta chamada, A vida nossa de cada dia, na folha de São Paulo, ou Folha da Tarde. Faleceu em São Paulo no dia 27 de outubro de 1989, deixou esposa e três filhos, a profesora Lia, o professor e jornalista Léo e a professora e jornalista Yara.

Localização no mapa

Localização pesquisada pelo nome do logradouro. O resultado pode não representar toda a extensão da via.

Legislação

LEI nº 11.446

1993-11-30

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